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Natália Pinheiro, mas conhecia como nah marsh, têm 16 anos, mora em Jarinú (interior de São Paulo), seu signo capricórnio, está solteira, é vegetariana, apaixonada por cálculos e louca pelos livros da Tess Gerritsen. Seu time do coração é o Bahia <3 // "Dizer quem sou eu em palavras não bastaria. Posso afirmar que não sou hipócrita. Não falo meias verdades, muito menos falsas verdades. Não sou igual todo mundo, e nem todo mundo é igual a mim. É difícil dizer quem eu sou realmente, pois não me limito porque muitas vezes acho que sou capaz de certas coisa e não sou, e algumas vezes acho que não sou, mas sou. "

 
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Sonhos, medas, desejos!


- Ser rodeada por pessoas verdadeiras ♥
-Ser uma aula com só nota 10 ♥
-Ter o corpo perfeito ♥
-Salvar os animais do homem ♥
-Passar numa federal ou estadual ♥
-Sair de casa aos 18 anos ♥
-Morar sozinha ♥
-Ser feliz pelo resto da vida ♥

Um marshmallow desigual ♥



  • Um sorriso espontâneo veio em meus lábios, no momento que atendi o celular e ouvi uma doce voz, aquela voz que sou apaixonada, meiga e carinhosa mas firme. Logo meu coração disparou, me deixando ofegante cheia de adrenalina. Dificultando o que deveria ser dito, acabei falando bobagem, coisas sem nexos, parecendo uma idiota. Deixei o assunto curto, para não piorar. Ao desligar, estava tentando encontrar o motivo de ter falado aquelas coisas, e me arrependi certamente. Me senti fora de mim, mas nada mudava o fato que estava sorrindo por um simples telefonema, casual. &#8220;Será que estou apaixonada?&#8221; Essa pergunta ronda meus pensamentos a cada burrice, a cada delírio de PAIXÃO.

    Um sorriso espontâneo veio em meus lábios, no momento que atendi o celular e ouvi uma doce voz, aquela voz que sou apaixonada, meiga e carinhosa mas firme. Logo meu coração disparou, me deixando ofegante cheia de adrenalina. Dificultando o que deveria ser dito, acabei falando bobagem, coisas sem nexos, parecendo uma idiota. Deixei o assunto curto, para não piorar. Ao desligar, estava tentando encontrar o motivo de ter falado aquelas coisas, e me arrependi certamente. Me senti fora de mim, mas nada mudava o fato que estava sorrindo por um simples telefonema, casual. “Será que estou apaixonada?” Essa pergunta ronda meus pensamentos a cada burrice, a cada delírio de PAIXÃO.